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Open Mé lança novo EP “DJs as Violas (Eletronejo Remix)”

Trabalho reúne regravações de antigas modas de viola ao som do eletronejo
Escute o EP: https://SMB.lnk.to/EletronejoRemix
Na noite desta quinta (19), o selo Open Mé, que traz as duplas Abel & Benício, Kelvin & Gustavo e Dan Cândido & Matheus em um projeto que vem inovando na nova cena do sertanejo, lançou mais um EP. Gravado em Goiânia, “DJs as Violas (Eletronejo Remix)” reúne seis regravações de modas de viola com uma nova roupagem.
O compilado é composto por versões inéditas de “Menino da Porteira”, “A Vaca Já Foi Pro Brejo”, “Chora Viola”, “Empreitada Perigosa” e “Pagode em Brasília” – mais o single “Amor de Primavera”, que foi lançado anteriormente no “Open Mé Ao Vivo em Goiânia Vol.1”. Todas as faixas já estão disponíveis nas plataformas digitais de áudio, assim como vídeo da faixa foco “Pagode em Brasília”.
Dan Cândido e Matheus falaram sobre a ideia de trazer as modas de viola em novas versões com toque eletrônico: “A gente quis provocar, sair do óbvio. Em vez de só repetir o que já foi feito, pensamos: e se a viola entrasse na pista? Foi aí que tudo fez sentido. Unir o peso da tradição com a energia do eletrônico virou quase um manifesto do nosso som. É raiz com atitude“, comenta Dan. “A gente entrou de cabeça nesse projeto pra explorar novas possibilidades dentro do nosso som. Quisemos manter a essência do sertanejo, mas sem medo de experimentar. Misturamos o tradicional com o moderno, e o resultado foi um repertório diverso, que reflete não só quem somos, mas também o que queremos provocar em quem escuta”, explica Matheus.
“Pagode em Brasília”, conhecida na voz da dupla Tião Carreiro & Pardinho, é a faixa foco, agora cantada por Abel & Benício. A música, que chega acompanhada de clipe, ganhou uma nova roupagem que acentua a crítica bem-humorada da letra.
“A gente sempre teve uma conexão forte com as modas de viola. É o tipo de som que nos formou, que a gente ouvia com nossos pais e avós. Trazer essa moda ‘Pagode em Brasília’ pro ritmo do eletronejo foi uma forma de homenagear as raízes. Ela representa bem o espírito do projeto. Foi um desafio e, ao mesmo tempo, uma curtição transformar essa moda tradicional com a batida eletrônica. É uma ponte entre as gerações”, compartilha Abel. Benício completa: “O repertório foi escolhido com muito carinho. Homenageamos as raízes, mas com uma cara nova. Acredito que aproximamos a galera mais jovem sem perder o respeito pela história. ‘Pagode em Brasília’ se destacou, porque tem uma mensagem forte, marcante, e quando colocamos nesse novo formato, o impacto foi ainda maior”.
O Open Mé é um movimento cultural que já envolve mais de 110 agremiações universitárias pelo Brasil. Através de sua label itinerante de festas, o selo promove experiências ao vivo que conectam diretamente com o público jovem, sedento por música, lifestyle e inovação. O projeto “DJs e as Violas (Eletronejo Remix)” é mais um exemplo que dá vida ao conceito arrojado do Open Mé.
“A gente sabia que misturar viola com eletrônico podia causar estranheza, mas foi justamente esse contraste que nos atraiu. Não queríamos só homenagear o passado, mas reinventar a forma de vivê-lo hoje. O resultado é um som com pegada, com presença, que conecta gerações e surpreende quem acha que já viu de tudo no sertanejo”, diz Kelvin. Gustavo conta mais sobre a concepção do projeto: “Nesse EP, a gente não quis seguir fórmula. Fomos atrás de um som que falasse por nós, sem precisar explicar muito. Pegamos a influência das modas, sim, mas transformamos com personalidade, sem medo de ousar. É um trabalho que carrega quem a gente é hoje: direto, vibrante e com vontade de marcar presença”.
As vozes das duplas Dan Cândido & Matheus, Abel & Benício e Kelvin & Gustavo dão identidade, energia e carisma a esse projeto, consolidando o Open Mé como uma das apostas mais promissoras do mercado sertanejo atual. Criado pela Golfão Produções, o selo funciona como uma plataforma de lançamento contínuo de conteúdo sertanejo, mesclando tradição e inovação para manter o público sempre conectado.
Com foco total no cenário universitário e no mercado sertanejo, o projeto se apresenta como um canal direto entre artistas, público e marcas, oferecendo alta relevância cultural, engajamento orgânico e potencial de viralização.
Nota cedida por: Perfexx Assessoria
Foto: Divulgação
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